15/05/2008
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2008/05/interpol-conclui-que-colmbia-no-alterou.html
Interpol conclui que Colômbia não alterou computador das Farc. Logo, Venezuela e Equador colaboraram com terroristas
Da Efe. Volto depois:
As autoridades colombianas não alteraram ou modificaram o conteúdo dos três computadores apreendidos após o bombardeio de 1º de março ao acampamento de um dos líderes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Raúl Reyes, no Equador, revelou nesta quinta-feira, 15, em Bogotá a Interpol, a Polícia internacional.
O secretário-geral da Interpol, Ronald Noble, afirmou que os especialistas internacionais que analisaram os equipamentos "não descobriram evidências" de intervenções indevidas neles.
"A Interpol conclui que não houve nenhum tipo de alteração, repito, nenhuma alteração das informações da evidência computacional", declarou Noble ao apresentar à imprensa os resultados do trabalho de "informática forense" que sua entidade fez por pedido do Governo do presidente colombiano, Álvaro Uribe.
Noble entregou o relatório na sede do Ministério das Relações Exteriores acompanhado pelos diretores da Polícia Nacional da Colômbia, general Óscar Naranjo, e do Departamento Administrativo de Segurança (DAS, organismo de inteligência estatal), María del Pilar Hurtado.
Ao ato foi acompanhado pelo chanceler colombiano, Fernando Araújo, e pelo procurador-geral, Mario Iguarán. O secretário-geral da Interpol afirmou que os exames foram realizados em oito aparelhos (três laptops, três unidades de memória USB e dois discos externos), tarefa que tomou dos especialistas 1.000 horas de trabalho.
Os oito aparelhos continham em conjunto "mais de 600 gigas de dados, 37.862 documentos escritos, 452 planilhas, 210.888 imagens, 22.481 sites, 7.989 endereços de e-mail, 10.537 arquivos de multimídia de som e vídeo e 983 arquivos criptografados", declarou Noble.
Ele afirmou que se trata de um volume que pode ocupar 39,5 milhões de páginas de computador. "Tomaria mais de 1.000 anos ler todos os dados caso uma pessoa lesse 1.000 páginas por dia", declarou.
Além disso, afirmou que o trabalho sobre os 983 arquivos criptografados exigiu muito esforço dos especialistas, que "investigaram os dez computadores simultaneamente e os tiveram operando 24 horas ao dia, sete dias por semana, por duas semanas, para poderem decifrar estes arquivos."
Eles "produziram o que se deve reconhecer como uma análise completa, independente e extraordinariamente detalhada", declarou Noble.
Em resposta às declarações da Interpol, o governo venezuelano, por meio de sua embaixada nos Estados Unidos, acusou a Colômbia de fazer "propaganda" com as informações, comunicou a agência France Presse.
Em um comunicado oficial, a Venezuela alerta a "comunidade internacional sobre a grave manipulação de informações que setores políticos e a mídia estão fazendo com as informações da Interpol", segundo a France Presse.
"É de conhecimento público que a Interpol só informou que o computador supostamente encontrado em um acampamento das Farc não foi alterado. Outra natureza tem o suposto conteúdo do mesmo, o qual, sem prévio pronunciamento da Interpol, foi divulgado e se converteu em peça de propaganda do governo colombiano com graves acusações ao governo da Venezuela".
Ainda em resposta ao informe da Interpol, o presidente venezuelano Hugo Chávez declarou que "um show de palhaços' começou após o anúncio, que ele classificou como "ridículo".
Comento
O parecer da Interpol também serve ao Brasil, não é? Segundo Marco Aurélio Sargento Garcia, o Top Top, o país é “neutro” nessa questão. Neutro em quê? Há dias, Lula voltou a chamar Hugo Chávez de “democrata”.
Se a Interpol diz que não houve qualquer adulteração dos arquivos, cumpre lembrar o que está lá. Entre outros mimos, sabe-se que as Farc deram dinheiro para a campanha de Chavez e que este, no poder, retribuiu. Também estão lá os contatos do ministro do Interior do Equador com a cúpula do movimento terrorista.
Segundo a Polícia, o computador revela que governos, ONGs e setores da Igreja Católica mantêm relações regulares com as Farc. As bufonarias de Hugo Chávez e Rafael Correa estão desmoralizadas, agora pela Interpol.
As autoridades colombianas não alteraram ou modificaram o conteúdo dos três computadores apreendidos após o bombardeio de 1º de março ao acampamento de um dos líderes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Raúl Reyes, no Equador, revelou nesta quinta-feira, 15, em Bogotá a Interpol, a Polícia internacional.
O secretário-geral da Interpol, Ronald Noble, afirmou que os especialistas internacionais que analisaram os equipamentos "não descobriram evidências" de intervenções indevidas neles.
"A Interpol conclui que não houve nenhum tipo de alteração, repito, nenhuma alteração das informações da evidência computacional", declarou Noble ao apresentar à imprensa os resultados do trabalho de "informática forense" que sua entidade fez por pedido do Governo do presidente colombiano, Álvaro Uribe.
Noble entregou o relatório na sede do Ministério das Relações Exteriores acompanhado pelos diretores da Polícia Nacional da Colômbia, general Óscar Naranjo, e do Departamento Administrativo de Segurança (DAS, organismo de inteligência estatal), María del Pilar Hurtado.
Ao ato foi acompanhado pelo chanceler colombiano, Fernando Araújo, e pelo procurador-geral, Mario Iguarán. O secretário-geral da Interpol afirmou que os exames foram realizados em oito aparelhos (três laptops, três unidades de memória USB e dois discos externos), tarefa que tomou dos especialistas 1.000 horas de trabalho.
Os oito aparelhos continham em conjunto "mais de 600 gigas de dados, 37.862 documentos escritos, 452 planilhas, 210.888 imagens, 22.481 sites, 7.989 endereços de e-mail, 10.537 arquivos de multimídia de som e vídeo e 983 arquivos criptografados", declarou Noble.
Ele afirmou que se trata de um volume que pode ocupar 39,5 milhões de páginas de computador. "Tomaria mais de 1.000 anos ler todos os dados caso uma pessoa lesse 1.000 páginas por dia", declarou.
Além disso, afirmou que o trabalho sobre os 983 arquivos criptografados exigiu muito esforço dos especialistas, que "investigaram os dez computadores simultaneamente e os tiveram operando 24 horas ao dia, sete dias por semana, por duas semanas, para poderem decifrar estes arquivos."
Eles "produziram o que se deve reconhecer como uma análise completa, independente e extraordinariamente detalhada", declarou Noble.
Em resposta às declarações da Interpol, o governo venezuelano, por meio de sua embaixada nos Estados Unidos, acusou a Colômbia de fazer "propaganda" com as informações, comunicou a agência France Presse.
Em um comunicado oficial, a Venezuela alerta a "comunidade internacional sobre a grave manipulação de informações que setores políticos e a mídia estão fazendo com as informações da Interpol", segundo a France Presse.
"É de conhecimento público que a Interpol só informou que o computador supostamente encontrado em um acampamento das Farc não foi alterado. Outra natureza tem o suposto conteúdo do mesmo, o qual, sem prévio pronunciamento da Interpol, foi divulgado e se converteu em peça de propaganda do governo colombiano com graves acusações ao governo da Venezuela".
Ainda em resposta ao informe da Interpol, o presidente venezuelano Hugo Chávez declarou que "um show de palhaços' começou após o anúncio, que ele classificou como "ridículo".
Comento
O parecer da Interpol também serve ao Brasil, não é? Segundo Marco Aurélio Sargento Garcia, o Top Top, o país é “neutro” nessa questão. Neutro em quê? Há dias, Lula voltou a chamar Hugo Chávez de “democrata”.
Se a Interpol diz que não houve qualquer adulteração dos arquivos, cumpre lembrar o que está lá. Entre outros mimos, sabe-se que as Farc deram dinheiro para a campanha de Chavez e que este, no poder, retribuiu. Também estão lá os contatos do ministro do Interior do Equador com a cúpula do movimento terrorista.
Segundo a Polícia, o computador revela que governos, ONGs e setores da Igreja Católica mantêm relações regulares com as Farc. As bufonarias de Hugo Chávez e Rafael Correa estão desmoralizadas, agora pela Interpol.
0 comentários:
Postar um comentário